sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Podcast do Instituto Mises Brasil: entrevista com Adrualdo Catão







O entrevistado de hoje do Podcast do Instituto Mises Brasil é o advogado, professor e doutor em Direito, Adrualdo Catão. Os temas da conversa são o precedente aberto e as consequências para a liberdade de decisões judiciais como a que foi divulgada esta semana segundo a qual um juiz de Teresina (Piauí) havia determinado às empresas de telefonia que suspendessem em todo o Brasil o acesso ao aplicativo WhatsApp em virtude de uma investigação policial. Em anos anteriores, houve tentativas judiciais de suspender o Facebook e o Youtube por causa de conteúdo publicados nas duas plataformas.

***

A música da vinheta de abertura é o Cânone do compositor alemão Johann Pachelbel executada pelo guitarrista Lai Youttitham.

***

Todos os Podcasts podem ser baixados e ouvidos pelo site, pela iTunes Store e pelo YouTube.

E se você gostou deste e/ou dos podcasts anteriores, visite o nosso espaço na iTunes Store, faça a avaliação e deixe um comentário.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Sobre o conservadorismo político britânico



Para os interessados no tema, aqui está o áudio da entrevista que concedi ao Guilherme Macalossi, no Programa Confronto, sobre o conservadorismo político britânico.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Affonso Romano de Sant'Anna e a crítica de Roger Scruton aos intelectuais revolucionários


No Correio Braziliense, o escritor Affonso Romano de Sant'Anna cita o ótimo livro Pensadores da Nova Esquerda, de Roger Scruton, para descrever o compromisso ideológico de certa intelectualidade brasileira:
Máscaras de ontem e de hoje
Enquanto os blocos e bandas saem usando as máscaras de Dilma, Graça Foster, Lula (e outros), penso nas máscaras que usamos no século 20. Me explico: penso nas máscaras ideológicas que usávamos, piamente, no carnaval da história. Hoje, o populismo está recebendo condenação nacional. E estou pensando em outras máscaras mais sofisticadas que embalaram toda uma geração. Enfim, esse livro Pensadores da nova esquerda (Ed. É Realizações) de Roger Scruton, ajuda a repensar os delírios do século 20.
Sempre achei esquisito que alguém entrasse para o Partido Comunista quando se sabe que desde os anos 1930, intelectuais franceses que foram à Rússia voltaram decepcionados e traumatizados com o que viram. Sempre achei esquisito que intelectuas brasileiros que foram à Russia em torno dos anos 1950 continuasse seguindo o tal catecismo.
Escapei dos radicalismos ideológicos por ter esgotado dentro na igreja ( que é o lugar próprio) minha experiência religiosa. Nenhuma igreja me pegaria mais. Isto não ocorreu com Antonio Gramsci, Louis Althusser, George Lukacs, Sartre e tantos outros. Cada um a seu modo era um “crente” e é isto que no seu livro Roger Scruton nos conta. Althusser é exemplo dessa “teologia revolucionária”, seus escritos são proféticos, cheios de dogmas marxistas, está “enclausurado no nonsense metafisico, como um inbriante comentário místico dos evangelhos”.
Quando visitei Fernando Gabeira na prisão, alertei-o para que ele não confundisse politica ou revolução com religião. (Ele até citou essa conversa num artigo seu). Pois nessa religião laica professada por tantos intelelctuais havia consciente ou inconscientemente o elogio do martirológio. O martírio faz parte da redenção. Tanto do revolucionário quando da “classe operária”. Vejam as biografias dos santos tão semelhantes a dos heróis revolucionários.
Por isto lamento, Fidel, mas ao contrário do que você disse no princípio de sua vida, a história não lhe absolverá. O sectarismo messiânico está, por exemplo, em Lukacs e aí ele aceitava que a “ética comunista toma como seu dever a aceitação da necessidade de agir perversamente”. Assim, camaradas justiçavam outros camaradas. Assim, chegamos inapelavelmente ao gulags.
Roger Scruton analisa os escritos “charmosos” de Sartre e como ele realiza “uma obra de teologia cristã invertida”. Não estranha que. admirador da Rússia e da China, ele chegasse a vender jornais nas esquinas de Paris.
Depois de assistir em Moscou ao fim do comunismo soviético em 1991, escrevi com Marina Colasanti um livro relatando o que vimos: 1991— Estávamos em Moscou (Melhoramentos). Acompanhamos tudo. Estivemos até em frente da Casa Branca, onde Yeltsin resistia e para onde se dirigiam os tanques para o massacre que por pouco não ocorreu. Acontece que quando voltamos ao Brasil, fui a uma festa na casa de um amigo. Lá estava um filósofo, especialista em Bachelard que, de repente, fez um comentário que era uma reprovação. Dizia ele que eu não deveria ter publicado aquele livro, pois estava dando força aos inimigos da causa operária e do socialismo.
Imaginem o susto que levei, eu que havia testemunhado o fim do comunismo russo. Eu já estava há muito fazendo a revisão crítica do século 20 o meu amigo continuava a acreditar em mentiras e ideologias que eram verdadeira religião.
O livro de Roger Scruton ajuda a compreender aquilo que ao seu tempo, Balzac chamava de “ilusões perdidas”. Não só o comunismo, mas o fascismo e o nazismo fazem parte com o populismo, dos males que nos assolaram no século 20.
Cabe a cada um saber se deve silenciar diante das evidências calamitosas que nos legaram.
E pensar no que ocorre no Brasil.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

iTunes Store recomenda o Podcast do Instituto Mises Brasil


Se gosta do Podcast, visite a nossa página na iTunes Store e deixe uma avaliação positiva.

Podcast do Instituto Mises Brasil: J. Figueiredo e R. S. Marinho



Os entrevistados de hoje no Podcast do Instituto Mises Brasil​ são Rodrigo Saraiva Marinho​ e Jefferson Figueiredo​, do Instituto Liberal do Nordeste - ILIN​. O tema principal da entrevista é a III Semana da Liberdade, o maior evento liberal e Austríaco da região Nordeste que será realizado em Fortaleza nos dias 21 a 23 de maio.

***

A música da vinheta de abertura é o Cânone do compositor alemão Johann Pachelbel executada pelo guitarrista Lai Youttitham.

***

Todos os Podcasts podem ser baixados e ouvidos pelo site, pela iTunes Store e pelo YouTube.

E se você gostou deste e/ou dos podcasts anteriores, visite o nosso espaço na iTunes Store, faça a avaliação e deixe um comentário.